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Sindicato fortalece campanha de prevenção “Outubro Rosa”

Chegou o mês considerado primordial para a saúde das mulheres. Outubro é o mês de lembrar de forma mais intensa a prevenção contra o câncer de mama e do colo de útero, com a campanha Outubro Rosa, que teve início na década de 90 e chegou ao Brasil em 2002.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) intensifica  a campanha e disponibiliza às associadas várias orientações que visam  a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, por exemplo, doença que ataca as  glândulas mamárias das mulheres e o tipo que mais mata no Brasil.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) alerta para uma estimativa de 60 mil novos casos por ano  em mulheres cada vez mais jovens. Porém, quanto mais cedo for diagnosticado, há mais chances de cura. E a probabilidade de recuperação total é de 95%.

 

Algumas informações:
Faça o autoexame uma vez por mês, logo após a menstruação.  Para as mulheres que não menstruam mais, o autoexame deve ser feito no mesmo dia de cada mês. Por exemplo, todo dia 15 de cada mês.
Procure deformações ou alterações no formato das mamas, abaulamentos ou retrações, ferida ao redor do mamilo, caroços nas mamas ou axilas e secreções pelos mamilos. Se houver qualquer uma dessas alterações  procure atendimento médico.

 

Sinais e sintomas:
É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:
Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
Alterações no bico do peito (mamilo);
Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
Saída espontânea de líquido dos mamilos
Orientação: As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama. Veja o vídeo explicativo abaixo: