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Alerta geral: Centrais convocam para Dia Nacional de Luta em fevereiro

Contra a ameaça de votação da proposta que reforma a Previdência Social e que pode acabar com a aposentadoria de milhões de brasileiros e brasileiras, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) convoca toda a sua base a entrar em estado de alerta permanente e a mobilização imediata para a organização de uma ampla jornada até o dia 19 de fevereiro quando ocorrerá DIA NACIONAL DE LUTA em todo o país.

“Unidade e resistência nesta etapa será fundamental. A CTB orienta seus sindicatos, federações e confederações construir ampla JORNADA DE LUTA com a realização de  assembleias, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, blitz nos aeroportos e reforçar, no estados, a pressão nas bases dos parlamentares”, conclamou o presidente nacional da CTB, Adilson Araújo.

Segundo ele, a Central irá trabalhar para fortalecer a jornada nacional e engrossar a resistência até o dia 19/02. Tomaremos o país mais uma vez em defesa da aposentadoria e para demunciar os retrocessos desta reforma”, avisou o dirigente.

Em reunião manhã desta quarta-feira (31), as centrais sindicais (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, Intersindical) aprovaram a realização de uma Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência.

Na oportunidade, as centrais repudiaram a campanha enganosa do governo Michel Temer para aprovar a Reforma da Previdência. E orientam para o próximo dia 19 de fevereiro um Dia Nacional de Luta.

Com a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, as centrais orientam suas bases a entrarem em estado de alerta e mobilização nacional imediata, com a realização de assembleias, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, blitz nos aeroportos, pressão nas bases dos parlamentares e reforçar a pressão no Congresso Nacional.

As centrais sindicais conclamam suas bases a reforçar o trabalho de comunicação e esclarecimento sobre os graves impactos da “reforma” na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

A unidade, resistência e luta serão fundamentais para barrarmos mais esse retrocesso.

Antonio Neto, presidente da CSB

Adilson Araújo, presidente da CTB

Wagner Freitas, presidente da CUT

Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força), presidente da Força Sindical

José Calixto Ramos, presidente da Nova Central

Ricardo Patah, presidente da UGT