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Jornada e reajuste: Educadores de Esperantinópolis fazem paralisação de advertência por uma semana

Começou nesta segunda-feira, 5, a paralisação de uma semana na rede municipal de Esperantinópolis. Organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), a mobilização, que vai até a próxima sexta, 9, reivindica o respeito à carga horária e também cobra o pagamento do reajuste salarial de 6,81%, dois dos principais itens da pauta da Campanha Salarial 2018.

Assim como em outros municípios, os profissionais da educação estão lutando contra a imposição da prefeitura em aumentar a carga horária semanal dos professores. Pela Lei Nacional do Piso do Magistério, os educadores têm o direito de ter um terço da carga horária para o planejamento escolar, tempo no qual o professor corrige atividades e planeja as aulas.

No entanto, a prefeitura, seguindo orientação da Federação de Municípios do Estado do Maranhão (Famem) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), está aumentando a carga horária docente para 16 aulas, ameaçando um direito conquistado com muita luta.

Reajuste

Além da manutenção da carga horária de 13 horas semanais, a categoria aproveita a mobilização para cobrar o pagamento do reajuste salarial de 6,81%, percentual que corresponde ao valor reajustado pelo Ministério da Educação (Mec) em 2018.

Segundo o coordenador do núcleo, Paulo Cesar, a adesão da categoria à paralisação é forte, porque as reivindicações da pauta atingem praticamente toda a rede. Na Escola Silvina Carneiro, uma da mais tradicionais, apenas dois professores não aderiram a mobilização. As demais estão praticamente paradas.